Sem categoria Sindicato alerta para “abandono silencioso” da PSP nos Açores por Incentivo 6 de Janeiro, 2026 publicado por Incentivo 6 de Janeiro, 2026 171 visualizações 171 O Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL) nos Açores alerta para o “abandono silencioso” da PSP na região, sublinhando o “défice crónico” de efetivos e a “gritante disparidade de prioridades políticas na gestão da segurança pública em Portugal”. [ihc-hide-content ihc_mb_type=”show” ihc_mb_who=”4,3,2,1″ ihc_mb_template=”1″ ] O sindicato apontou como exemplo recente o anúncio do reforço de novos agentes para a Polícia Municipal do Porto e o envio de um contingente extra de elementos da Polícia de Segurança Pública (PSP) para o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, para gestão de fluxos de passageiros. “Enquanto o território continental beneficia de reforços musculados, os Açores enfrentam um défice crónico de efetivos que compromete a operacionalidade básica e a segurança das populações. O abismo entre o continente e a Região Autónoma é hoje mais evidente do que nunca”, considerou o sindicato em comunicado assinado pelo presidente do SINAPOL-Açores, António Santos. Segundo o sindicato, nos Açores “os anúncios políticos não passam de intenções sem qualquer tipo de concretização, apesar dos apelos transversais de todo o espetro político por um reforço imediato”, lamentando que a região esteja “remetida ao esquecimento estrutural”. De acordo com o SINAPOL, a realidade no terreno “é crítica” nos Açores, onde o contingente regional representa “apenas cerca de 5% do efetivo total da PSP”. Por outro lado, o sindicato chamou a atenção para o facto de as esquadras estarem “a operar no limite da exaustão”, com impacto na fiscalização rodoviária e o policiamento de visibilidade. O SINAPOL sublinhou que “o esforço” dos agentes permitiu operações de sucesso em 2025, mas alertou que “a falta de meios humanos torna a prevenção rodoviária e criminal insustentável a longo prazo”. O sindicato questionou por que razão “a agilidade política demonstrada para resolver filas em aeroportos ou reforçar autarquias no continente não se aplica à continuidade territorial”. “A segurança é um direito fundamental, quer se viva na Avenida dos Aliados ou numa freguesia da ilha do Corvo. Ignorar a urgência de preencher as vagas no Comando Regional dos Açores é aceitar que existem cidadãos de primeira e de segunda no acesso à proteção do Estado”, sublinhou. Para 2026, o SINAPOL-Açores assegurou que “não reclama privilégios, mas sim equidade”. “A segurança dos açorianos não pode continuar a ser sacrificada em nome de conveniências políticas de grandes centros urbanos”, acrescentou o SINAPOL-Açores. Texto Lusa | Foto Direitos reservados [/ihc-hide-content] AçoresEfetivosPolíciSindicato 0 FacebookTwitterPinterestE-mail publicações anteriores Serviço de Classificação de Leite dos Açores renova acreditação próximas publicações Partidos na Madeira querem fiscalização do diploma do subsídio social de mobilidade Leia também Antena Nove promove fórum Desporto no Faial 7 de Maio, 2026 PSD diz que pobreza diminuiu na região mas... 15 de Janeiro, 2026 Apresentação do Boletim de 2025 do Núcleo Cultural... 12 de Janeiro, 2026 Governo quer ausência de dívidas ao Estado como... 22 de Dezembro, 2025 Açores registam “evidentes avanços” na execução do PRR 9 de Dezembro, 2025 Quase 200 crimes de abuso sexual de crianças... 21 de Novembro, 2025 Deixe um comentário Cancelar resposta Guardar o meu nome, e-mail e página Web neste navegador para a próxima vez que eu comentar. Δ