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Portugal tem quase 1.100 variedades agrícolas e hortícolas

por Incentivo
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Portugal tem perto de 1.100 variedades agrícolas e hortícolas registadas, destacando-se, em maior número, o tomate, o girassol e o milho, segundo o catálogo de 2026, divulgado pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).

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O tomate tem 247 denominações registadas, como o Buda, Centauro, o Lusitano e o Zapateco.

Segue-se o girassol, com 107 variedades, entre as quais a Castelo, a Clarasol, a Talento e a Subito.

A fechar o ‘top três’ está o milho com 104 denominações, incluindo a Airwell, Capuzi, Inágua e Viseu.

Destacam-se ainda a Melancia (56), que abrange denominações como a Amazonia, Marianita e Palmira e o Melão (também com 56), com denominações como a Manuel António, Marco António e Ringostar.

Segue-se o pimento (55), com denominações como Leo, Pinocchio e Red Devil, o azevém-anual (46), como o Açores, Mateo e Zamba, e a cebola (31), como a Bibi, Lulu e a Red Rock.

Depois surgem o sorgo (27), a aboborinha (19), o feijão (16), a luzerna (15), a abóbora almiscarada (14), o azevém-perene (13), o grão-de-bico (12), a abóbora-menina (11) e a batateira (10).

Abaixo disto estão a ervilhaca-de-cachos-roxos (nove), a ervilhaca vulgar (nove), a festica alta (nove), o arroz (oito), o pepino (oito), a ervilha-forrageira (oito), o trigo-mole (sete), o trevo subterrâneo (sete), o trevo da pérsia (sete), o nabo (sete), a couve portuguesa (sete), a beringela (sete), a aveia (seis), o coentro (seis), a faveta (seis), o tirgo-duro (cinco), o chícharo (cinco), o trevo-branco (cinco) e a couve-repolha (cinco).

Com entre quatro e duas denominações estão o trevo-vesticuloso (quatro), o bersim (quatro), a serradela (quatro), o trevo-encarnado (três), o trevo-istomocarpo (três), o feijão-frade (três), a serradela-brava (três), a bisserula (três), o carrapiço (três), o tremoceiro branco (três), o trevo balança (três), a aveia estrigosa ou negra (três), a erva do Sudão (três), os híbridos resultantes do cruzamento de uma espécie do género ‘triticum’ com uma espécie ‘secale’ (três), a couve brócolo (três), o azevém hibrido (três) o panasco (dois), a tremocilha (dois), o trevo-rosa (dois), o trevo squarroso (dois), a abóbora-híbrida (dois), a ervilha (dois), o feijão – variedade de conservação (dois), a lentilha (dois), a abóbora-porqueira (dois), a cenoura (dois), a couve lombarda (dois), a ervilhaca vermelha (dois), o gero (dois) e o milho – variedade de conservação (dois).

Com apenas uma demonização aparecem o trigo duro – variedade de conservação, o bromo, a ervilhaca-de-panónia, o grão-de-bico – variedade de conservação, a língua de ovelha, a luzerna de barril, a luzerna doliata, a luzerna murex, a planta de Harding, a poa dos prados, o tremoceiro-de-folhas-estreitas, o trevo glandulífero, o trevo-violeta, o linho, a abóbora carneira, a abóbora de gila, a abóbora porqueira – variedade de conservação, o agrião, a alface, a beterraba-de-mesa, a cebolinha-comum, o chícharo, a couve-nabiça, o espinafre, a fava e o grão-de-bico.

As variedades candidatas à inscrição neste catálogo são submetidas a ensaios de distinção, homogeneidade e estabilidade, bem como ensaios de valor agronómico e de utilização.

Após a conclusão dos ensaios e análises laboratoriais, os resultados são apresentados para apreciação do Conselho Técnico da Proteção da Produção Agrícola. A decisão final cabe à DGAV.

A edição de 2026 inclui as variedades aprovadas em anos anteriores e as registadas em janeiro do corrente ano.

Texto Lusa | Foto Direitos reservados

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