Opinião Mulher honrada não tem ouvidos por Incentivo 28 de Julho, 2026 publicado por Incentivo 28 de Julho, 2026 202 visualizações 202 O tema da igualdade de género não me interessa particularmente mas sei que está na moda. Trazê-lo para as comemorações da autonomia significa que não há nada mais importante a discutir ou não há quem discuta o mais importante. Este conteúdo é Exclusivo para Subscritores do Jornal Incentivo Faça Login para Desbloquear! Conheça aqui os nossos planos de subscrição. Manter sessão Perdeu a sua password? Não tem uma conta? Subscrever Mulher honrada não tem ouvidosRui Gonçalves 0 FacebookTwitterPinterestE-mail publicações anteriores Assimetrias regionais significativas em Portugal próximas publicações Governo açoriano aprova aval de 55ME à SATA e caderno para a venda do ‘handling’ Leia também O Café Iceberg vai fazer falta a muita... 26 de Outubro, 2026 A morte lenta do dirigismo associativo nos Açores 26 de Outubro, 2026 Visão de futuro de antecipação a bombeiro 22 de Outubro, 2026 Moby-Dick, 175 anos — Um oceano literário que... 20 de Outubro, 2026 Digitalizar os serviços de abastecimento de água: Um... 19 de Outubro, 2026 Tal pai, tal filho: a democracia no Brasil... 16 de Outubro, 2026 2 comentários Renata Lima 28 de Julho, 2026 - 15:17 É pena que a igualdade de género não te interesse, Rui, pois é um tema que também te diz respeito, como homem e como cidadão – e deveria interessar-te particularmente, na tua qualidade de responsável por um órgão de comunicação social; é pena, mas também é muito elucidativo. E porque mulher honrada tem, além de ouvidos, cabeça para pensar e boca para falar, fica aqui registado que deixarei de ser assinante do Incentivo, pelo menos enquanto ele for dirigido por alguém que assina um texto tão retrógrado e obtuso – já para não falar do seu carácter claramente misógino e sexista, sim – e que acha que a igualdade de género não é suficientemente importante para ser tema das comemorações dos 50 anos da Autonomia. Se não o fosse, por si só, este artigo de opinião demonstra que, mais do que importante, o tema da igualdade de género é absolutamente necessário. E que, passados 50 anos, a Autonomia dos Açores tem mesmo de se renovar, para romper o círculo fechado da discussão sobre “a lei eleitoral, o financiamento dos partidos e a limitação de mandatos” e para abarcar todas as suas dimensões – entre as quais, as desigualdades sociais, económicas, culturais (e, de entre estas, particularmente as de género), não podem deixar de ser tema principal. Responder José Manuel Souto Gonçalves 28 de Julho, 2026 - 20:46 Há quem discorde e se risque de assinante do jornal (um velho hábito!) Há quem discorde e não censure a publicação da crítica. São duas formas de (des)respeitar a opinião alheia. Declaração de interesses: Saí do Incentivo em 2014. Responder Deixe um comentário Cancelar resposta Guardar o meu nome, e-mail e página Web neste navegador para a próxima vez que eu comentar. Δ