Opinião Mulher honrada não tem ouvidos por Incentivo 28 de Julho, 2026 publicado por Incentivo 28 de Julho, 2026 51 visualizações 51 O tema da igualdade de género não me interessa particularmente mas sei que está na moda. Trazê-lo para as comemorações da autonomia significa que não há nada mais importante a discutir ou não há quem discuta o mais importante. Este conteúdo é Exclusivo para Subscritores do Jornal Incentivo Faça Login para Desbloquear! Conheça aqui os nossos planos de subscrição. Manter sessão Perdeu a sua password? Não tem uma conta? Subscrever Mulher honrada não tem ouvidosRui Gonçalves 0 FacebookTwitterPinterestE-mail publicações anteriores Assimetrias regionais significativas em Portugal Leia também Mulher honrada não tem ouvidos 28 de Julho, 2026 Nos Açores poderão as torneiras ficar secas como... 20 de Julho, 2026 Em memória do meu amigo Álvaro Matos, que... 16 de Julho, 2026 Capital Europeia da Cultura: Compromisso Regional 14 de Julho, 2026 Os Filhos da Reconstrução 7 de Julho, 2026 Reflexões a 4 anos da Agenda 2030: Será... 6 de Julho, 2026 1 comentário Renata Lima 28 de Julho, 2026 - 15:17 É pena que a igualdade de género não te interesse, Rui, pois é um tema que também te diz respeito, como homem e como cidadão – e deveria interessar-te particularmente, na tua qualidade de responsável por um órgão de comunicação social; é pena, mas também é muito elucidativo. E porque mulher honrada tem, além de ouvidos, cabeça para pensar e boca para falar, fica aqui registado que deixarei de ser assinante do Incentivo, pelo menos enquanto ele for dirigido por alguém que assina um texto tão retrógrado e obtuso – já para não falar do seu carácter claramente misógino e sexista, sim – e que acha que a igualdade de género não é suficientemente importante para ser tema das comemorações dos 50 anos da Autonomia. Se não o fosse, por si só, este artigo de opinião demonstra que, mais do que importante, o tema da igualdade de género é absolutamente necessário. E que, passados 50 anos, a Autonomia dos Açores tem mesmo de se renovar, para romper o círculo fechado da discussão sobre “a lei eleitoral, o financiamento dos partidos e a limitação de mandatos” e para abarcar todas as suas dimensões – entre as quais, as desigualdades sociais, económicas, culturais (e, de entre estas, particularmente as de género), não podem deixar de ser tema principal. Responder Deixe um comentário Cancelar resposta Guardar o meu nome, e-mail e página Web neste navegador para a próxima vez que eu comentar. Δ