Regional Conselho Económico e Social dos Açores quer ter gabinete próprio e regalias por Incentivo 21 de Abril, 2026 publicado por Incentivo 21 de Abril, 2026 16 visualizações 16 A presidente do Conselho Económico e Social dos Açores (CESA) quer ter um gabinete com chefe de gabinete, três adjuntos, um secretário e um motorista, entre outras regalias, mas a proposta está a gerar contestação. [ihc-hide-content ihc_mb_type=”show” ihc_mb_who=”4,3,2,1″ ihc_mb_template=”1″ ] De acordo com uma proposta, a que a Lusa teve acesso e que será discutida numa reunião interna do CESA, marcada para a tarde de hoje, terça-feira, a exigência de um gabinete, semelhante ao que dispõe a vice-presidência do Governo Regional, na ilha Terceira, poderá fazer aumentar as despesas de funcionamento deste órgão consultivo em cerca de 330 mil euros por ano, incluindo vencimentos, subsídios de refeição e os respetivos descontos para a Segurança Social. O funcionamento do Conselho Económico e Social dos Açores, órgão criado pelo parlamento açoriano e financiado pelo Orçamento Regional, estava dependente, até agora, do apoio e da colaboração das várias instituições que dele fazem parte (Governo, parceiros sociais, autarquias, associações culturais, empresários e sindicatos e personalidades). A socióloga Piedade Lalanda, que preside ao CESA desde novembro de 2024 (substituindo, na altura, Gualter Furtado, que geriu o Conselho desde a sua criação, em 2018), quer também que os funcionários da Administração Pública que sejam recrutados para colaborar com o CESA possam auferir um acréscimo salarial de 10%, “atendendo à complexidade das funções a desempenhar”. A proposta que está em discussão defende também o alargamento da composição do CESA, de modo a incluir representantes de associações desportivas, de imigrantes, da diáspora, dos bombeiros, dos pais e encarregados de educação, e ainda das Casas do Povo, mas esta opção é também contestada pela UGT, que lembra que todas estas entidades já integram conselhos consultivos próprios. Questionada sobre o impacto destas medidas, Piedade Lalanda recusou prestar declarações aos jornalistas, mas em comunicado, o CESA já veio explicar que o projeto que apresenta pretende “simplificar o quadro normativo”, aproximando a legislação de órgãos congéneres, “alargar a representatividade da sociedade civil”, “aprofundar a independência” do órgão, “reforçar” o caráter consultivo do CESA e “apostar” na institucionalização do Conselho. Texto Lusa | Foto Direitos reservados [/ihc-hide-content] CESAGabinetePiedade Lalanda 0 FacebookTwitterPinterestE-mail publicações anteriores Homem detido por suspeita de tentar matar irmão em São Jorge próximas publicações Maus-tratos nas prisões e restrições a protestos pacíficos persistem em Portugal Leia também Maioria dos resíduos urbanos nos Açores foram valorizados 17 de Julho, 2026 Mulher condenada a 21 anos de prisão por... 17 de Julho, 2026 Penas de 10 e 14 anos de prisão... 16 de Julho, 2026 Detido em Lisboa suspeito de integrar rede de... 15 de Julho, 2026 “Nenhum açoriano ou madeirense ficará sem apoio do... 15 de Julho, 2026 Mais 6.140 casos de baixas médicas nos Açores... 15 de Julho, 2026 Deixe um comentário Cancelar resposta Guardar o meu nome, e-mail e página Web neste navegador para a próxima vez que eu comentar. Δ