Opinião Entre a invisibilidade e o zelo do bem comum por Fernando Lemos 7 de Abril, 2026 publicado por Fernando Lemos 7 de Abril, 2026 79 visualizações 79 A responsabilidade não termina no gabinete de quem decide orçamentos. A verdadeira solidariedade com o trabalhador acidentado e com os seus colegas deve manifestar-se também nos nossos atos individuais diários. Não basta partilhar mensagens de apoio ou de condenação nas redes sociais se, no momento da deposição, negligenciamos as regras mais básicas de cidadania. Ser solidário com estes profissionais é depositar os resíduos em sacos devidamente fechados, respeitando as regras de separação e deposição no ecoponto, e é ter o civismo de não acumular resíduos junto a contentores que já atingiram a sua capacidade máxima, aguardando ou procurando alternativa. Este conteúdo é Exclusivo para Subscritores do Jornal Incentivo Faça Login para Desbloquear! Conheça aqui os nossos planos de subscrição. Manter sessão Perdeu a sua password? Não tem uma conta? Subscrever Bem comumHugo PachecoInvisibilidadeZelo 0 FacebookTwitterPinterestE-mail publicações anteriores CALF faz permuta da fábrica com a Lactaçores para saldar dívida próximas publicações Seis zonas balneares no Faial este ano Leia também O carro do senhor Governador 2 de Setembro, 2026 (Algumas) reflexões sobre o relatório da qualidade da... 31 de Agosto, 2026 Mais uma «irregularidade», a somar às outras… 31 de Agosto, 2026 Fases do desenvolvimento do Faial de Joss Hurtere... 28 de Agosto, 2026 O Silêncio, a Contradição e a Água: A... 17 de Agosto, 2026 Não são «meras irregularidades», são ilegalidades (algumas graves)... 14 de Agosto, 2026 Deixe um comentário Cancelar resposta Guardar o meu nome, e-mail e página Web neste navegador para a próxima vez que eu comentar. Δ