Nacional Maioria das gestações com anomalias congénitas resultou em nados-vivos por Incentivo 21 de Julho, 2025 publicado por Incentivo 21 de Julho, 2025 974 visualizações 974 A maioria das gestações com anomalias congénitas (70%), entre 2011 e 2019, resultou no nascimento de uma criança viva, mas em 27,5% dos casos a gravidez foi interrompida devido a uma malformação grave, revela um relatório do INSA. Nos restantes casos, o desfecho foi a morte fetal (1,3%) ou o aborto espontâneo (1,1%), refere o “Registo Nacional de Anomalias Congénitas [RENAC]: Regiões 2011-2019”, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA). Neste período, foram notificados ao RENAC 11.931 casos de anomalias congénitas (AC), o que resulta numa prevalência de 151,6 casos por 10.000 nascimentos. Tanto a nível nacional como nas diferentes regiões geográficas, o sexo masculino foi o mais frequente nos casos notificados. Os dados apontam um aumento a nível nacional da percentagem de casos com anomalias congénitas detetadas na fase pré-natal, passando de 51,4% em 2011 para 62,9% em 2019. As cardiopatias congénitas mantêm-se como o grupo de AC mais prevalente, tanto a nível nacional, como em todas as regiões NUTS II: Norte, Centro, Área Metropolitana de Lisboa, Alentejo, Algarve, Região Autónoma dos Açores e Região Autónoma da Madeira. A nível nacional, 58,6% dos casos notificados com AC foram detetados durante a gravidez, variando esta frequência entre 71,1% no Norte e 34,6% na Madeira. O segundo grupo mais prevalente a nível nacional e nas regiões Centro, Alentejo, Algarve e Açores foram as AC do sistema musculoesquelético, enquanto nas regiões Norte, AML e Madeira foram as cromossómicas. Com exceção da Madeira, em que a maior percentagem de nascimentos com AC foi identificada ao nascer (46,9%), tanto a nível nacional como nas restantes regiões, os nascimentos com anomalias congénitas foram identificados durante a gravidez, variando entre 41,6 % (Alentejo) e 71,1% (Norte). O relatório realça que a distribuição da prevalência das AC por grandes grupos da CID 10 (Classificação Internacional de Doenças e causas de morte) observada a nível nacional, é semelhante à observada a nível europeu, “o que sugere que apesar da aparente subnotificação esse erro afetará sistematicamente todos os grandes grupos”. Os dados revelam também que, tanto a nível nacional, como em todas as regiões, é nas mulheres com 40 ou mais anos que se observa a maior prevalência de nascimentos com anomalias congénitas. Este conteúdo é Exclusivo para Subscritores do Jornal Incentivo Faça Login para Desbloquear! Conheça aqui os nossos planos de subscrição. Manter sessão Perdeu a sua password? Não tem uma conta? Subscrever Anomalias congénitasGestaçõesNados-vivos 0 FacebookTwitterPinterestE-mail publicações anteriores Portugal é um dos líderes mundiais na proteção dos oceanos próximas publicações “Silêncio absoluto” da Câmara após cancelamento de quatro voos para o Faial Leia também Portugal assinala 130 anos de primeira campanha oceanográfica 1 de Setembro, 2026 ZERO alerta para agravamento da qualidade das águas... 1 de Setembro, 2026 Restos mortais de D, Jaime chegam na terça-feira... 31 de Agosto, 2026 Espécies marinhas invasoras em Portugal aumentaram 75 por... 28 de Agosto, 2026 Animais do Zoo de Lisboa mostraram indiferença com... 13 de Agosto, 2026 Portugal continental em seca meteorológica com o mês... 10 de Agosto, 2026 Deixe um comentário Cancelar resposta Guardar o meu nome, e-mail e página Web neste navegador para a próxima vez que eu comentar. Δ